sábado, 7 de dezembro de 2013

A dura realidade do aposentado no Brasil

Há duas semanas participei, pela segunda vez em minha vida, de uma reunião de condôminos. Moro em um edifício onde a maioria é idosa e, pela forma como enxergo o mundo, tomo-os como referencia para minha vida. Na reunião havia de tudo: dos mais exaltados aos mais dóceis e ponderados.
É curioso o fato de muitos vizinhos evitarem tais reuniões para não se indisporem com os demais, nos momentos de votações sobre temas pertinentes a todos. Entre debates acalorados e conversas paralelas (o que me irrita muito, pois fui educado para ouvir quando alguém esta se dirigindo a mim), o que me deixou mais entristecido foi constatar como o nosso país maltrata os aposentados.
O tema mais difícil foi tratado como se estivéssemos em uma guerra: aumento do condomínio. Não falávamos nada de absurdo. Queríamos e precisávamos corrigi-lo para não corrermos o risco de perder a capacidade de pagamento das contas das áreas comuns visto que muitas despesas aumentaram de um ano para o outro.
Sugeri índices como IPCA, IGP ou IGPM que corrigiam pela inflação mas quando souberam que em 2012 tivemos quase 7% ficaram indignados comigo. Logo me defendi que estava apenas informando qual percentual foi devorado de nosso poder de compra e pagamento. Para agravar a situação no dissídio dos funcionários prediais os trabalhadores obtiveram um aumento de quase 8%.
Ao final foi aprovado um aumento de 5% e a nova síndica se comprometeu a revisar as despesas no intuito de tentar encontrar uma maneira de economizar mais.
Não culpo as pessoas que estavam ali “revoltadas” com o aumento. Elas não tiveram uma compensação (reajuste) pelo que a inflação fez com o poder de compra real delas. Cheguei a temer pela aposentadoria (e isso que já aposentei em uma profissão) porque vislumbrei neles a realidade dos aposentados e pensionistas brasileiros. Realidade que mais de 80% da população estará exposta. A conta simplesmente não fecha.
Passado uma semana apareceu uma placa na grade do prédio: VENDE-SE 1 AP.
Estou certo que esse é o cruel destino daqueles que não tem seus salários reajustados anualmente pela inflação. Quantas placas mais terei que ver após cada reunião de condôminos?
FONTE:http://blogs.estadao.com.br/william-capita-machado

domingo, 24 de novembro de 2013

E ai como fica.........

 Governo diz que a inflação estás controlada, má na verdade não está bem assim, produtos cada vez mais caros. diz que a saúde está bem mentira também pois centenas de pessoas morrem por dia por falta de atendimento ou por falta de medicamento, enquanto isto são gasto bilhões de reais para construir estádios e o ex jogador Ronaldo diz que não constrói estádios com hospital é uma vergonha para ele que não precisa de hospitais publico. minha indignação é que o brasil não está preparado para a copa. estádios é para poucos, porem hospitais é para sempre.

domingo, 17 de novembro de 2013

Até que enfim Brasil.

Uma realidade que o Brasil não tinha, aconteceu, a prisão dos 10 condenados do mensalão na ultima sexta feira. sabe porque digo ate que enfim? porque o Brasil é conhecido como pais que encoberta políticos corruptos.

sábado, 9 de novembro de 2013

Pesquisa revela a realidade da segurança pública no Brasil

Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta terça-feira (5), em São Paulo, revela que a desconfiança na polícia brasileira aumentou. A pesquisa mostra que 70% dos entrevistados desconfiam das abordagens policiais.
Os números da pesquisa mostram ainda que, pelo menos, cinco brasileiros morrem por dia assassinados por policias. No Brasil, policiais em folga morrem três vezes mais do que quando estão em serviço.
Um vídeo gravado na semana passada em Manaus mostra um policial militar agredindo um adolescente que já estava na viatura. O jovem disse que foi abordado quando saía da escola. Este é o tipo de ação que, segundo o Fórum de Segurança Pública, mostra o despreparo das polícias no país.
Outro exemplo é o que vem acontecendo nas manifestações, onde às vezes, falta polícia e, às vezes, a polícia exagera na força. “O exemplo das manifestações é muito forte. As polícias não sabem ainda, passados quase seis meses das manifestações, como lidar com esses conflitos, com essas demandas e, muitas vezes agora, com entrada em cena da violência dos manifestantes”, afirma Renato Sérgio de Lima, conselheiro do Fórum.

Com a arma na mão, a falta de preparo pode ser fatal. Em 2012, os policiais brasileiros mataram 1.890 pessoas, cinco mortes por dia. Nos Estados Unidos, que tem a população muito maior que a nossa, a polícia matou 410 pessoas. Aqui, 89 policiais morreram em serviço, enquanto lá são 95.
Para o Fórum, os números do país já são preocupantes como estão, mas ainda devem ser piores porque vários estados não têm os números bem organizados.
Os gastos com segurança pública aumentaram bastante no ano passado: 16%. Isso não significa, necessariamente, que tenham sido feitos grandes investimentos, porque muito do que se gasta, 40%, é com policiais que não estão mais nas ruas, os aposentados.
Tudo isso vai minando a relação da sociedade com os agentes de segurança pública. Levantamento da Fundação Getúlio Vargas mostra que, em 2011, 61% dos brasileiros não confiavam na polícia. Em 2012, já eram 70%.
“O padrão de atuação das policias brasileiras está falido. É uma forma antiga, uma forma que vê a sociedade como inimiga, não como parceira. Os exemplos no mundo indicam que uma polícia mais próxima da comunidade, uma policia que pense um policiamento como um serviço prestado à população, onde articule inteligência, use intensivo da informação e, sem dúvida, uma polícia que possa ser vista a favor da sociedade e não a tenha como inimiga”, conclui Renato.
FONTE:http://g1.globo.com/jornal-hoje

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2011/novembro/mobilize-brasil-entrevista?tag=carros-e-transportes#ixzz2jzLzbVsD Condições de uso do conteúdo Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives A falta de transporte público no Brasil e os desafios para superar essa realidade

O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2011/novembro/mobilize-brasil-entrevista?tag=carros-e-transportes#ixzz2jzMISksE
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carros
Imagem da ciclovia recém-inaugurada no bairro de Moema, em São Paulo/Foto: Mobilize(Divulgação)
Enquanto São Paulo e Cuiabá são as capitais brasileiras que mais enfrentam problemas de mobilidade, em função do uso excessivo de automóveis e bicicletas, Rio de Janeiro e Curitiba são as que apresentam melhores indicadores sustentáveis, com suas ciclovias (Rio) e bom transporte público (Curitiba). Esse dado foi obtido em um estudo inédito realizado pela organização Mobilize Brasil, divulgado em 4 de novembro.
A preocupação com o tráfego das cidades não é um assunto novo, mas vem sendo abordado com cada vez mais frequência enquanto os problemas de locomoção nos grandes centros urbanos só aumentam. A produção de pesquisas como essa se mostra necessária, principalmente em um país que ainda privilegia o transporte particular, em detrimento do público.
Foi pensando nisso que o consultor de sustentabilidade Ricky Ribeiro criou a Mobilize Brasil. Após cursar um mestrado em Sustentabilidade, na Espanha, ele se encantou em "como a qualidade de vida das pessoas poderia ser infinitamente maior" em uma cidade mais compacta e acolhedora. Mesmo depois de diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), no final de 2008, Ricky não deixou de estudar sobre o assunto e resolveu criar um portal que agregasse, produzisse e disseminasse conteúdo de qualidade e relevância sobre mobilidade.
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Luiz Henrique da Cruz Ribeiro, o Ricky, criou a organização em 2011/Foto: Divulgação
Na entrevista abaixo, respondida por Ricky Ribeiro e o jornalista Thiago Guimarães, conversamos um pouco sobre o cenário da mobilidade brasileira e quais os principais desafios a serem enfrentados.
Portal EcoDesenvolvimento.org - Você poderia fazer um panorama geral da mobilidade do Brasil?
Ricky Ribeiro - Salvo raras exceções, as cidades brasileiras investiram durante décadas em obras voltadas para o transporte individual e trataram todas as outras formas de deslocamentos de transporte em segundo lugar. Hoje, todas as grandes cidades do Brasil enfrentam sérios problemas de mobilidade, em maior ou menor grau, que afetam diretamente a qualidade de vida da população. Felizmente o tema está ocupando um espaço cada vez maior na mídia e vemos iniciativas como o PAC Mobilidade aparecerem, embora nenhum grupo político tenha assumido uma transformação que possa representar uma mudança profunda na estrutura de mobilidade de nossas cidades.
Qual a principal diferença entre o trânsito das capitais e as cidades do interior?
Há uma diferença na dimensão do problema, muito mais carros concentrados em um espaço físico proporcionalmente menor, e na natureza do problema, já que o padrão de deslocamentos costuma ser significativamente mais complexo em uma metrópole, em função da diversidade de oportunidades e de estruturas urbanas que existem nela. E isso significa que metrópoles precisam buscar soluções para o trânsito que vão muito além da gestão do tráfego e da abertura de novas vias.
Você acredita que os investimentos para a mobilidade visando a Copa trarão melhorias para desafogar o tráfego das capitais?
É muito difícil dar uma resposta genérica neste caso. Mas eu arriscaria dizer: muito pouco. Primeiro, em muitos casos, não se sabe se os investimentos que começaram tardiamente a serem realizados trarão de fato benefícios até 2014. Segundo, as obras em projeto ou em andamento representam respostas pontuais a problemas estruturais das cidades. O mais importante seria estruturar e consolidar políticas de uso do solo e transportes voltadas ao médio e ao longo prazos.
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Thiago Guimarães, no centro, no primeiro Fórum Mobilize/Foto: Divulgação
Você vê algum modelo em especial de mobilidade para guiar as cidades brasileiras? A inserção de ciclovias ou veículos leves?
Thiago Guimarães - Como o fenômeno da metropolização é muito acentuado no Brasil, as soluções para esses grandes e complexos aglomerados urbanos deve passar, em geral, sempre por uma combinação de meios de transporte. Da perspectiva da mobilidade sustentável, deve-se privilegiar a estruturação de redes e sistemas de transporte coletivo (de média e alta capacidade) e de transporte não motorizado individual. Em ambos os casos, há um grande potencial ainda a ser explorado.
Um dado de julho, divulgado pela Folha de S. Paulo, mostrou que mais de 378 pessoas foram vítimas de acidente de trânsito e mais de 13 mil sofreram lesões só no primeiro semestre de 2011, na cidade de São Paulo. O número foi maior que os dados sobre latrocínio, por exemplo. Este é um grande desafio para a cidade...
Sem dúvida, os dados sobre acidentes de trânsito no Brasil devem ser motivo de muita preocupação. A sociedade não pode mais admitir essa matança associada a uma combinação de vários fatores: crescimento da frota de veículos, deficiências na educação para o trânsito, precária fiscalização, condições de segurança viária, entre outros. O poder público tem que sair urgentemente da inércia nesta área.
Quais outras capitais estão sofrendo com a insegurança no trânsito e quais as proporções?
O Estudo Mobilize 2011 levantou esse indicador para 9 cidades brasileiras: São Paulo, Cuiabá, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Natal, Rio de Janeiro e Curitiba.
Até mesmo Curitiba, que é o modelo brasileiro de mobilidade urbana, recebe críticas pela quantidade de carros por habitantes (a maior entre as capitais brasileiras). Você acha que o uso do carro é um problema cultural brasileiro?
A alta quantidade de carros não é necessariamente um problema. Em uma comparação mundial, o Brasil não desponta no topo dos países com as mais elevadas taxas de motorização. O problema é quando o automóvel é usado irracionalmente e abusivamente, em boa parte em função da falta de alternativas de transporte que sejam acessíveis economicamente, eficientes e confortáveis. Não acredito que o uso do carro seja um problema especificamente brasileiro.
O problema é principalmente de políticas públicas (as condições do transporte coletivo na maioria das cidades dizem por si só), mas há certamente aspectos culturais envolvidos. Comportamentos individuais na escolha do modo de transporte podem mudar com mais informação e com mais inovação - com mais gente comprovando que é possível se deslocar de outras maneiras nas cidades, e com ganhos de qualidade de vida.

FONTE:http://www.ecodesenvolvimento.org

domingo, 3 de novembro de 2013

Hospitais públicos.

Está é a realidade de certos hospitais público do nosso pais enquanto os gastos com a copa é de bilhões de reais a saúde recebe descaso sabe porque? Porque a copa é o centro de atenção do mundo inteiro e eles não querem dar uma mal impressão do brasil em relação ao esporte. Mais está é a realidade:

sábado, 2 de novembro de 2013

Impunidades para menores assassinos.

Bastam duas razões para reduzir a maioridade penal

Bastam duas razões para reduzir a maioridade penal
Circula por aí uma lista com “18 razões para a não redução da maioridade penal“. São interessantes e devem ser refletidas. Pensei sobre elas e no final cheguei à conclusão de que me bastam duas razões para ser a favor da redução da maioridade penal: 1) é justo; e 2) a prioridade é proteger a sociedade daqueles que a ameaçam, seja eles menores ou maiores de idade.
O recente caso do adolescente que, em São Paulo, assassinou um jovem de 19 anos é a falha na matrix daqueles que se opõem a redução. O assassino cometeu o crime aos 17 anos, faltando pouquíssimos dias para completar 18. Graças a esses poucos dias, será julgado como menor, e por isso ficará no máximo três anos na cadeia – podendo cumprir mais alguns anos de penas alternativas. Graças a esses poucos dias, não correrá o risco de ficar muito mais tempo preso. Certamente não são esses poucos dias que farão a diferença entre ele saber e não saber o que estava fazendo – um dos principais argumentos a favor da maioridade aos 18. O menor que matou Victor Hugo Deppman sabia o que estava fazendo e não há como negar isso. Pode ter matado por nervosismo, mas isso é o que alegam todos os que cometem latrocínio, em qualquer idade.
Sendo assim, é justo que pague pelo seu crime da forma como pagaria qualquer outra pessoa. E isso não vale só para ele, mas para qualquer um. Ou, pelo menos, deveria valer.
A sociedade precisa ser posta a salvo daqueles que a ameaçam. Um assassino e um estuprador são pessoas perigosas e antes que se pense em sua recuperação, deve-se pensar em prevenir que cometam novos crimes. Devem ser recuperados, certamente, mas o tempo para isso pode ser mais longo do que três anos. A sociedade acredita que um assassino de 18 anos pode ficar até 30 anos na cadeia – período necessário para que seja punido, recuperado e afastado da convivência daqueles a quem fez mal. Por que para um assassino de 17 anos, 11 meses e 364 dias esse período cai para três anos?
Que idade deveria marcar o limite da maioridade penal? Talvez não deva haver idade específica. A maturidade psíquica – a capacidade de compreender que algo é errado – poderia ser auferida caso a caso – isto é, independente da idade, o criminoso seria examinado e julgado como adulto ou como menor. Isso, claro, também deveria depender do crime. Uma coisa é roubar, outra coisa, muito, mas muitíssimo diferente, é estuprar ou matar. Para o ladrão, a lei poderia ser mantida como está. A rigidez maior seria para o assassino e para o estuprador.
Quando dizem que as cadeias são casas dos horrores e que, em vez de recuperar, formam mais criminosos, concordo. Como negar uma coisa dessas? Mas não posso aceitar que isso sirva como desculpa para cruzarmos os braços e não fazermos nada. Claro que é preferível não colocar juntos criminosos adolescentes e criminosos adultos. Da mesma forma como criminosos perigosos e aqueles que cometeram delitos leves não deveriam conviver uns com os outros. Mas isso não tem absolutamente nada a ver com a redução da maioridade penal em si. Ela deve ser reduzida, e o problema das cadeias resolvido. Uma coisa não deve ser motivo para que não se faça a outra.
Há ainda o argumento das causas sociais do crime. Esse, em especial, acho absurdo. Ele equivale a dizer que todo pobre é, potencialmente, um criminoso. É preconceito vil, chulo. A situação social de uma pessoa também não pode ser usada como desculpa. O pobre que é enredado no tráfico de drogas na comunidade onde vive tem, sim, culpa por isso, afinal, há outros jovens pobres que vivem na mesma comunidade e não são enredados. A maioria dos pobres não rouba, não estupra e não mata. A maioria acorda cedo e vai trabalhar honestamente todos os dias. Como explicar para eles que o criminoso que o mata, ou que comete um estupro o fez porque vive na mesma situação de pobreza que ele?
Todo crime surge de uma decisão. Se não for assim, é acidente, não crime – pelo menos não doloso. O ladrão decide roubar. O assassino decide matar. O estuprador decide estuprar. Podem haver circunstâncias específicas que atenuem a culpa, ou mesmo a anulem, e elas devem ser consideradas. O ladrão pode ter roubado 20 reais para alimentar alguém. O assassinato pode ter ocorrido em legítima defesa (no caso do estupro, não me arrisco a pensar em um atenuante). Em qualquer caso, no entanto, a idade não deveria ser usada como um atenuante absoluto. E a pobreza não pode ser entendida como algo que determina os atos.
Novamente, surge aqui o raciocínio de que não se poderia reduzir a maioridade sem atacar os problemas sociais. Novamente, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Combater a pobreza, fornecer educação, saúde, cultura e lazer para todos é algo que toda a sociedade deve cobrar sempre.
Há por aí também um discurso emocional de coitadismo. Reduzir a maioridade penal seria “criminalizar as nossas crianças”. Um adolescente de 17 anos, por certo, não é criança. E a redução da maioridade não criminaliza ninguém: apenas permite que se puna com maior rigor aqueles que cometem crimes. Vi outro dia outro argumento contra a redução: o índice de jovens que cometem infrações seria baixíssimo. Tanto melhor. Isso só demonstra que reduzir a maioridade terá afeito realmente apenas para aqueles que merecem ser presos.
A redução da maioridade penal não é a solução. Óbvio que não. Mas é um passo necessário para civilizar o Brasil. Para responsabilizar as pessoas pelos seus atos.  Para fazer justiça dentro da lei. Para proteger a sociedade.
FONTE:http://domonte.wordpress.com

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Protesto?

  Sempre se teve que protesto ajuda a resolver o problemas, más no Brasil não porque? Porque os protestos do Brasil não são só de reivindicações mais sim de destruição, são os saldos: caminhões, ônibus e carros queimados; agencias,casas e prédios depredados. isto não é protesto e sim vandalismo por aqueles  que levaram o nome de mascarado. Presos e soltos em seguida eles ganham confiança para efetuar estes atos.
ACORDA POLÍTICOS LEIS É PRECISO.

sábado, 26 de outubro de 2013

Nem precisa dizer.

Delinquentes atiram e matam policiais e não são presos de imediato
por não ser preso em flagrante, mais se um policial atingir um ladrão
é investigado por abuso de poder. Mudanças Brasil.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Transporte melhor esbarra na mentalidade do brasileiro, diz especialista

Sociólogo urbano critica fato de transporte público no Brasil ser associado a classes baixas. Segundo ele, maioria dos debates sobre mobilidade trata de soluções tecnológicas, quando a inovação deve ser de ordem social.
Evento em São Paulo debate soluções para o transporte e a mobilidade
O Brasil ainda mantém a tradição de privilegiar o automóvel em detrimento do transporte coletivo, e alterar esse panorama demanda não só políticas públicas, mas uma mudança na mentalidade do brasileiro. Essa é a opinião Martin Gegner, do doutor em sociologia urbana da Universidade Técnica de Berlim e professor visitante da USP.
Gegner organizou nesta quarta-feira (09/10) um painel com especialistas brasileiros e alemães para discutir o tema mobilidade em grandes cidades. O debate é parte do 2° Diálogo Brasil-Alemanha de Ciência, Pesquisa e Inovação, evento integrante do Ano Alemanha + Brasil.
"O Brasil ainda vive a influência do ideal modernista de urbanismo, em que as cidades são planejadas em função do carro, com prédios e garagens grandes, com bairros ligados por grandes vias rodoviárias. O grande exemplo disso é Brasília", diz Gegner, que tem origem alemã.
Metrô de São Paulo em horário de pico
Para ele, esta concepção de metrópole vem sendo questionada há mais de 30 anos na Alemanha, principalmente pelos movimentos verdes. "Os jovens alemães das grandes cidades já não valorizam o carro, mas no Brasil isso ainda é muito forte. É o que chamamos de ‘egomóvel‘, porque não é funcional, é mais um símbolo de status", defende.
O professor critica ainda a mentalidade da classe política, que, segundo ele, associa o transporte público às classes baixas, focando apenas no preço, sem oferecer qualidade no serviço.
"Na visão dos políticos brasileiros, menos de cinco pessoas por metro quadrado significa que a linha está subutilizada. Isso é um absurdo", protesta. Ele diz que é preciso tornar o transporte coletivo mais confortável, o que aumentaria a aceitação entre as classes altas.

FONTE:http://www.dw.de/transporte-melhor-esbarra-na-mentalidade-do-brasileiro-diz-especialista/a-17147470

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Salário mínimo estimado para 2014 é quase quatro vezes menor do que o necessário


O Governo Federal, através da ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, anunciou que o Projeto de Lei Orçamentária prevê que o salário mínimo a partir de 1º de janeiro de 2014 será de R$ 722,90, o que representa um reajuste de 6,62% com relação ao vencimento atual. Nas contas públicas, com o pagamento de benefícios, o impacto será de R$ 29,2 bilhões em 2014.
Na análise do economista Carlos Escóssia, professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), o valor é muito baixo para garantir as necessidades básicas de uma família. "Considerando que 50% do salário é destinado à alimentação, a família fica com menos de R$ 350 para todas as outras despesas como habitação, transporte e lazer", afirma.

O economista destaca o valor do salário mínimo calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para suprir todas as necessidades de uma família com quatro pessoas. O valor divulgado pelo órgão em julho deste ano era de R$ 2.750,83, calculado de acordo com o preço da cesta básica em 18 capitais.

A legislação estabelece que o salário mínimo deve ser capaz de suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. "O valor deveria ser muito mais alto do que na verdade é, porque não há como suprir todas essas necessidades com o valor do salário mínimo", afirma.


O valor do salário mínimo é calculado com base no percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano retrasado mais a reposição da inflação do ano anterior pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). "O salário mínimo é muito baixo para quem recebe e muito alto para quem paga, porque a própria legislação dobra esse valor para os patrões", complementa o economista.


FONTE:www.gilbertodias.com.br

domingo, 20 de outubro de 2013

Saúde do povo, descaso do Estado

O neoliberalismo deu um tiro de misericórdia no Estado  de bem-estar social. Destruiu os vínculos societários nas relações de  trabalho, deslegitimou a representação sindical, deslocou o público para o  privado. O que era direito do cidadão, como a saúde, passou a depender das  relações de mercado e da iniciativa pessoal do  consumidor.
Quem não tem plano privado de saúde entra  na planilha dos cemitérios. Hoje, 40 milhões de brasileiros desembolsam, todo  mês, considerável quantia, convictos de que, doentes, serão atendidos com a  mesma presteza e gentileza com que foram assediados pelos corretores das  empresas de saúde privada.
Os clientes se multiplicam e os planos proliferam, sem  que a rede hospitalar acompanhe essa progressão. O associado só descobre o  caminho do purgatório na hora em que necessita de resposta do plano:  laboratórios e hospitais repletos, filas demoradas, médicos escassos,  atendentes extenuados.
Em geral, o pessoal de serviço, que faz contato  imediato com os beneficiários, não demonstra a menor disposição para o melhor  analgésico à primeira dor: gentileza, atenção, informação sem dissimulação ou  meias palavras.
Ora, se faltam postos de saúde e hospitais; se  consultórios têm salas de espera repletas como estação rodoviária em véspera  de feriado; se na hora da precisão se descobre que o plano é bem mais curvo e  acidentado do que se supunha... a quem recorrer? Entregar-se às mãos de  Deus?
O Brasil é o país dos paradoxos. O que o  governo faz com u’a mão, desfaz com a outra. O SUS banca 11 milhões de  internações por ano. Muitas poderiam ser evitadas se o governo tivesse uma  política de prevenção eficiente e, por exemplo, regulamentasse, como já faz  com bebidas alcoólicas e cigarro, a publicidade de alimentos nocivos à saúde.  A obesidade compromete a saúde de 48% da população.
Entre nossas crianças, 45% estão com sobrepeso, quando  o índice de normalidade é não ultrapassar 2,3%. De cada cinco crianças obesas,  quatro continuarão assim quando adultos. No entanto, as leis asseguram  imunidade e impunidade a uma infinidade de guloseimas e bebidas, muitas  anunciadas ao público infantil na TV e em outros veículos. Haja excesso de  açúcares e gordura saturada!
A boa-fé nutricional insiste na importância de  verduras e legumes. Mas a ANVISA (vigilância sanitária) não se empenha para  livrar o Brasil do vergonhoso título de campeão mundial no uso de agrotóxicos.  Substâncias químicas proibidas em outros países são encontradas em produtos  vendidos no Brasil. Haja câncer, má-formação fetal, hidroencefalia  etc!
Entre 2002 e 2008, os acidentes de moto  se multiplicaram 7,5 vezes no Brasil. Na capital paulista, são 4 mortes por  dia. Muitos motoqueiros sobrevivem com graves lesões. No entanto, a  fiscalização de veículos e condutores é precária e as vias públicas não são  adaptadas ao tráfego de veículos de duas rodas.
Quem chega ao Brasil do exterior deve preencher e  assinar um documento da Receita Federal declarando se traz ou não  medicamentos. Em caso positivo, o produto e o passageiro são encaminhados à  ANVISA. Ora, toneladas de veneno entram diariamente por nossos portos e  aeroportos, e são vendidos em qualquer esquina: anabolizantes, energizantes,  enquanto a TV veicula publicidade de refrigerantes com alto teor de cafeína e  poder de corrosão óssea.
Embora todos saibam que saúde, alimentação e educação  são prioritárias, o Ministério da Saúde dispõe de poucos recursos, apenas 3,6%  do PIB, o que equivale, neste ano de 2011, a R$ 77 bilhões. Detalhe: em 1995 o  governo FHC destinou, à saúde, R$ 91,6 bilhões. A  Argentina, cuja  população é cinco vezes inferior à do Brasil, destina anualmente duas vezes  mais recursos que o nosso país.
Nossa saúde é prejudicada também pelo excesso de  burocracia das agências reguladoras, a corrupção que grassa nos tentáculos do  poder público (vide o prontuário da Funasa na sua relação com a saúde  indígena), a falta de coordenação entre a União, os Estados e os municípios.  Acrescem-se a mercantilização da medicina, a carência de médicos e sua má  distribuição pelo país (o Rio tem 4 médicos por cada 1.000 habitantes: o  Maranhão, 0,6).
Governo é que nem feijão, só funciona na panela de  pressão. Se a sociedade civil não exigir melhorias na saúde, no atendimento do  SUS, no controle dos planos privados e dos medicamentos (pelos quais se pagam  preços abusivos), estaremos fadados a ser uma nação, não de cidadãos, e sim de  pacientes – no duplo sentido do termo. E condenados à morte precoce por  descaso do Estado.
Fonte: Frei Betto

sábado, 19 de outubro de 2013

Código penal brasileiro precisa mudar para acabar com festa de ladrões

Leonardo EscaranteNo sábado, 12 de outubro um vigilante sofreu uma tentativa de assalto, o ladrão fechou o vigilante em um farol e apontou sua arma, a vitima que não reagiu entregou as chaves de sua moto, quando o ladrão estava fugindo foi surpreendido por um PM que passava no local e deu voz de prisão, como se não bastasse o ladrão tentou apontar a arma contra o PM que disparou duas vezes contra o ladrão Leonardo Escarante. “Obrigado policial, vai roubar no inferno, a minha moto você não vai levar” disse a vitima.
O vigilante havia filmado toda a ação e o vídeo fez sucesso no YouTube e nas redes sociais, infelizmente Leonardo Escarante não corre o risco de morrer e perdeu a chance de ir para o mundo espiritual tentar ser uma pessoa melhor.
Uma certa vez eu disse em minha postagem que “bandido bom é bandido morto” e volto a apelar para o seguinte fato, o código penal de nosso país é muito conivente com marginais que não podem mais ser recuperados, historicamente vemos que a maioria deles são reincidentes, por tanto, já está mais que provado que não tem jeito, uma vez ladrão sempre ladrão.
Também não há humanidade alguma por mais que se possa justificar uma pessoa que além de tentar roubar, ameaçar a vitima com uma arma ainda tem a audácia de ameaçar o policial, ou seja, isso mostra que ele não se importa com mais nada, particularmente eu fico muito feliz quando leio uma notícia dessa (onde o ladrão se deu mal) por que normalmente nesse país quem se da mal é a vitima e nunca o ladrão.
Pior de tudo, como o ladrão não morreu ele irá preso e depois vai voltar a ser só mais um reincidente roubando novamente e o susto que o sujeito passou não irá amedronta-lo pelo contrário pode ser que ele fique com mais ódio e queira se vingar até mesmo da vitima que nada fez, principalmente por que seu comparsa ainda está solto e na filmagem do crime aparece claramente o rosto do delinquente.
Justiça acha mesmo que sujeitos como esse que apontou arma para a vitima e tentou ameaçar o PM tem como ser reintegrado na sociedade? Tem jeito? Neste país o crime compensa, pois você cumpre apenas 1/6 da pena e se a pena máxima é de 30 anos isso significa que você sairá do xilindró depois de cinco anos e como se não bastasse a família do preso recebe quase mil reais do governo valor que nem o bolsa família paga.
Acho que está na hora dos políticos trabalharem e reverem esse maldito código penal e implantar medidas mais enérgicas, claro que eles não se preocupam com isso afinal de contas andam tranquilamente com seus carros blindados, acho que eles só vão começar a se manifestar quando o PCC resolver meter bala em algum governador ou talvez matar o presidente, um senador quem sabe, por que enquanto só prejudicar a população esse código penal que ai está fraco e leviano está de bom tamanho não é mesmo.
A verdade é que o código penal no Brasil é uma vergonha e enquanto ele se manter assim os ladrões como Leonardo Escarante vão se sentir a vontade para cometer as diversas barbarias que se possa imaginar e isso inclui menores infratores também que por causa da minoridade fazem o que querem não acha que está na hora de darmos um basta, por que históricas como essa é só mais uma e com certeza teremos muitas outras nos próximos dias por que virou terra sem lei onde a pena máxima é de cinco anos e o resultado só pode ser 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Costumes do Governo Brasileiro

Quando falamos de costumes de governos brasileiros vem em mente varias coisa. más o que eles sabem fazer mesmo é: amentar impostos automotivo, residencial, previdencial e muitos outros enquanto isto o salários dos políticos só aumentam e a sociedade sofre com falta de segurança, hospitais e vagas em clinicas de recuperação; não custaria usar estes impostos para construir um novo pais?

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

CÓDIGO PENAL?

EM QUESTÃO CRIMINAL O BRASIL PRECISAR APRENDER MUITO POIS  UM CIDADÃO PODE MATAR CONFESSAR E SER LIBERADO EM SEGUIDA POR NÃO ESTÁ EM FLAGRANTE. OUTROS MATAM VÁRIOS MAS É SOUTOS COM POUCOS ANOS POR BOM COMPORTAMENTO; MENORES NÃO SÃO PRESOS POI SEGUNDO A LEI NÃO RESPONDEM POR SEUS ATOS, COMO NÃO? ISTO É O BRASIL PAIS DE CORRUPTOS ALGUNS POLÍTICOS NÃO MUDAM ESTE CÓDIGO PENAL PORQUE  ELES MESMO SERIA ENQUADRADO PELO ROUBO AO PAIS.

AUTOR: JOSIEL

terça-feira, 15 de outubro de 2013

COPA E BRASIL?

   PARANDO PARA PENSAR PODE SE DIZER QUE O BRASIL NÃO ESTÁ PREPARADO PARA SEDIAR UM EVENTO MUNDIAL, PORQUE  UM PAIS QUE NÃO OFERECE POSTO DE SAÚDE, SEGURANÇA PODE SER CONSIDERADO ADEQUADO PARA UMA COPA? CLARO QUE NÃO, O BRASIL FALTA MUITO PARA PODER SE DIZER ADEQUADO PARA GRANDES EVENTO, COMEÇANDO PELOS ROUBOS QUE SERÃO COBRADOS PELAS ALTAS PASSAGENS AÉREAS.NÃO QUE EU NÃO GOSTE DO MEU PAIS MÁS PRECISA MELHORAR.

domingo, 13 de outubro de 2013

A GANGUE DAS LOIRAS


A GANGUE DAS LOIRAS: circulando no Congresso com minissaias minúsculas e decotes profundos, elas eram iscas para dar golpes em dinheiro de prefeituras. Vejam como agia a quadrilha

Chefe da quadrilha, o doleiro Fayed Traboulsi (no destaque), investia o lucro em carros como o Lamborghini da foto (Foto: Pedro Ladeira / Folhapress)
Chefe da quadrilha, o doleiro Fayed Traboulsi (no destaque), investia o lucro em carros como o Lamborghini da foto (Foto: Pedro Ladeira / Folhapress)
Reportagem de Alana Rizzo e Bela Megale
GANGUE DAS LOIRAS — ISCAS DE POLÍTICO
Quem eram as mulheres que seduziam prefeitos do Norte e do Centro-Oeste para que caíssem no conto dos fundos de investimento, que rendeu à quadrilha 50 milhões de reais
Qualquer um que tenha visitado o Congresso Nacional certamente reparou nelas. Destoando do figurino dominante, as “pastinhas” circulam pelos corredores com saias mínimas, maxissaltos e decotes mesmerizantes.
Sua função é chamar a atenção dos congressistas para convencê-los a incluir sua assinatura em listas de apoio a projetos de lei. Têm sempre uma prancheta na mão e, para guardar as assinaturas colhidas, carregam o acessório que deu origem ao apelido. Quanto maiores os predicados da pastinha, menor é a atenção que os políticos costumam dar ao teor dos textos.
Há pouco mais de dez dias, a Polícia Federal desbaratou uma quadrilha que usou a mesma tática e mão de obra para arrancar, em um ano e meio, 50 milhões de reais de prefeitos distraídos.
A pastinha Luciane Hoepers é apontada como a arma mais letal do grupo. Catarinense de 33 anos, loira de muitas tatuagens e olhos verdes, ela chegou a atuar em programas de televisão, como um reality show em que declarou sua filosofi a de vida: “Nascer pobre é destino, mas morrer pobre é burrice”.
ARMA LETAL -- Amante do chefe, Luciane Hoepers trabalhava também como “pastinha” (Foto: Alexandre Peregrino)
ARMA LETAL — Amante do chefe, Luciane Hoepers trabalhava também como “pastinha” (Foto: Alexandre Peregrino)
O destino de Luciane começou a mudar quando conheceu o doleiro Fayed Traboulsi, de quem se tornou amante em 2012. Com uma carteira de clientes que inclui diversos políticos de Brasília, ele é apontado pela PF como o articulador do esquema. Cabia ao doleiro, além de comandar o desfalque, arregimentar as mulheres.
A maioria chegava a ele por meio de amigos. Cynthia Cabral Soares da Cruz, por exemplo, exceção morena num grupo de loiras, é filha de um conhecido agiota do Distrito Federal.
Outra ex-pastinha que, segundo as investigações, atuava na quadrilha é Fernanda Cardoso. Ela teria entrado para o bando depois de ser apresentada a Fayed por uma assessora do senador Magno Malta (PR-ES), Marta Lança, também detida na ação da PF. Todas foram acusadas, entre outras coisas, de crime contra o mercado de capitais, formação de quadrilha e corrupção ativa.
As transcrições das conversas gravadas pela polícia mostram que a relação entre as beldades de Fayed não era propriamente harmoniosa. Em um dos diálogos, Fernanda sugere ao chefe que Cynthia se veste mal: “Tem que botar ela para comprar roupa”. Um pouco antes, o doleiro já havia dado mostras de que tinha perdido a paciência: “Não quero mais fofocas por aí. Vamos parar com isso. Pronto e acabou, tá?”.
Completava a equipe a estudante de direito Isabela Barros, de 24 anos, apresentada ao grupo quando fazia um curso sobre fundos de investimento, segundo sua mãe.
A tarefa das meninas de Fayed consistia em convencer prefeitos a investir o dinheiro de fundos municipais de previdência em fundos de investimento falsamente rentáveis indicados por elas — e controlados por cúmplices da quadrilha. Obtido o aporte, o grupo retirava a maior parte do dinheiro e deixava o negócio “quebrar”. Os fundos municipais amargavam o prejuízo.
Ao menos quinze prefeitos, a maioria das regiões Norte e Centro-Oeste, se deixaram seduzir pelos encantos das meninas de Fayed e puseram recursos no esquema. Para as primeiras aproximações, a gangue contava com a intermediação de lobistas que agendavam os encontros com as mulheres.
Um deles seria o deputado estadual Samuel Belchior (PMDB-GO). Ele foi flagrado nas gravações ensinando a Luciane como se portar diante das presas. “Ganha confiança, faz amizade, encontra, conversa e tal. Sempre sabendo qual seu foco principal”, diz. “Um poder grande que você tem é o físico. Então, a pessoa às vezes se aproxima de você primeiro pelo quê? Pela sua beleza, pela pessoa e tal, depois pelas outras coisas. Uma coisa leva a outra.”
Uma parte dos lucros da quadrilha foi transformada em carros de luxo usados por Fayed: Ferrari, Lamborghini, Porsche, BMW e Mercedes. Mas a vida das pastinhas também melhorou ostensivamente. Como conta um fotógrafo que conheceu Luciane no tempo das vacas magras e que a reencontrou recentemente em uma sessão de fotos: “Dava para ver na postura confiante e na bolsa de grife que ela tinha dado um salto na vida”.
Em março deste ano, Luciane posou para uma revista masculina do Recife. O título do ensaio era “A gata que balança o mercado financeiro”. Na entrevista que acompanhava as fotos, ela falava do seu “trabalho” e descrevia as tatuagens. “Tenho desenhos como dragão, lagartixa e aranha, animais peçonhentos que ilustram minha força de personalidade, arte de renovação e mistérios de uma fêmea”.
Muitos pagaram alto para conhecer esses mistérios. Espera-se agora que eles arquem com o preço de ter feito isso com dinheiro alheio.

sábado, 12 de outubro de 2013

Saúde pública no Brasil: “importar” resolve?

Bruna Homrich
Gabriela Gelain
A proposta de “importação” de médicos cubanos, feita pelo governo de Dilma Rousseff, tem dividido opiniões e suscitado debates em diversos setores da sociedade brasileira. Enquanto para as entidades médicas do país tal medida vem para disfarçar o real problema da saúde pública – carência de investimentos e de um plano de carreira aos profissionais -, alguns municípios interioranos apontam uma preocupante falta de médicos para atender à demanda local e a necessidade de uma resposta imediata à situação que se apresenta. Ainda que aparentemente as tratativas com Cuba para a “importação” de 6.000 médicos cubanos às terras brasileiras” tenham sido congeladas, o governo federal segue com a proposta de atração de médicos estrangeiros ao país, de modo que, nos próximos dias, deve lançar um edital de convocação. A prioridade, dessa vez, seriam profissionais da Espanha e de Portugal.
O presidente do Conselho Regional de Medicina (CREMERS), Rogério Aguiar, avalia que o projeto veio para dar respostas a um diagnóstico errado. Ele explica que, no Brasil, o número de médicos é o dobro do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Entretanto, se analisada a porcentagem de profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS), essa é menos expressiva. Para Aguiar, o serviço público de saúde não está bem estruturado no país. “Não tem dinheiro suficiente, não há um plano nacional de fixação dos médicos nos lugares – médicos e outros profissionais – e de recursos materiais inclusive em locais onde há uma carência de atendimento que não depende única e exclusivamente da presença profissional individual, isolada, de um médico”, analisa.
Aguiar não nega a escassez de médicos nas regiões interioranas do país. A ausência de um plano de distribuição e de um plano de carreira estatal contribui para que, onde exista maior concentração de recursos e pessoas, exista, também, maior concentração de profissionais da saúde. Já em municípios pequenos, a realidade que se apresenta é outra: as prefeituras, com recursos escassos, não conseguem se responsabilizar pelo atendimento mais complexo de que seus cidadãos precisam. Tal atendimento não se sustentaria apenas na figura do médico, mas em recursos tecnológicos, laboratórios, hospitais, leitos, ambulatórios equipados, transporte entre cidades, dentre outras condições básicas para um atendimento adequado. “Portanto, a  presença de um médico sem todos esses recursos ao seu redor transforma-se apenas na presença física de mais uma pessoa que não vai poder atender a população”, declara o presidente do CREMERS.
Manifestação contra a contratação de médicos cubanos reuniu cerca de cinco mil pessoas na avenida Paulista, em julho / Créditos: Jornal GGN
O Brasil possui hoje mais faculdades de medicina que países como Estados Unidos e China. No total, são 200 faculdades – número que quase dobrou desde 2000 – e 400 mil médicos. “Hoje não há problema que alguém formado fora possa atuar no Brasil, tanto no SUS como na área privada e planos. O profissional só precisa revalidar seu diploma (regra adotada em outros países) fazendo prova Revalida prevista pelo MEC desde 2011, oficializada pela Portaria 278, de 17/3/2011, pelos ministérios da Saúde e da Educação. O plano Mais Médicos prevê que os formados fora poderão atuar até três anos, e só precisarão de uma avaliação por três semanas para dizer se estão aptos ou não a atender nossa população. Isso coloca em risco o atendimento aos pacientes. Qual é a garantia de que este profissional está adequadamente formado? Além de ser claramente um programa que desvaloriza o profissional formado aqui”, esclarece o Sindicato Médico de Santa Maria (Simers).
A entidade analisa que o projeto federal não resolverá o problema da população, pois esse não reside na falta de médicos. Para o Simers, se a presidente estivesse mesmo interessada em investir na saúde brasileira, aumentaria o orçamento atualmente destinado a esse setor, de 4,4% das receitas brutas do país para os ideais 10%. A solução, defendem os médicos organizados no sindicato, é a criação da carreira de médico de estado. “O médico seria admitido em concurso público, com remuneração que o motive a se dedicar a esta carreira (o piso médico nacional para 20 horas semanais é de R$ 10.412,00) e começaria a atuar nas localidades onde forem criadas as vagas. Ao longo de sua carreira, ele poderá avançar, passando a atuar em centros maiores, caso desejar. Tramita no Senado uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 454 que prevê a carreira médica. Queremos urgência na aprovação”, diz a assessoria.
Carência de médicos é problema mais citado em cidades do sul
As secretarias de saúde das prefeituras de municípios do interior do Rio Grande do Sul contestam os argumentos das entidades médicas. O maior problema apontado: falta de profissionais de medicina para atender a população. Em Agudo – 16.253 habitantes – há cinco unidades de saúde (duas na região urbana e outras três no interior do município). O secretário municipal de saúde, Douglas Berguer, analisa que, para suprir as necessidades locais, seriam necessários, ao menos, mais três médicos. “Sempre tem falta de médico, de clínico geral, e também estamos com falta de anestesista, de ginecologista, para suprir as novas necessidades. Quando a demanda é alta, precisamos transportar as pessoas para fora da cidade. Os casos mais sérios são destinados para o hospital da Universidade Federal de Santa Maria e para Porto Alegre”, comenta o secretário. Berguer conta que há uma grande quantidade de pacientes nas unidades básicas de saúde, agravada pela recente procura de pessoas que antes recorriam aos planos privados de saúde. Para ele, a medida do governo é positiva. “Como a gente tem rotatividade de médicos – alguns trabalham 20 horas, em turnos diferentes -, há dias da semana em que as unidades ficam com menos médicos”, diz o secretário.
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Municípios do interior apontam demanda de mais médicos para atender nas unidades / Créditos: Correio Lageano
Em Silveira Martins, município com 2.449 habitantes, há apenas uma unidade básica – que também funciona como hospital – e quatro médicos concursados para atender à população. Esses profissionais se dividem em turnos de 12 horas, de modo que só há um médico por turno. O secretário municipal de saúde, Maury Batista Fabrício, explica que a prefeitura tem de contratar uma empresa privada para cobrir os plantões. “A princípio, seria excelente se tivéssemos mais um médico por turno. Temos uma demanda grande. Quando há casos de média e alta complexidade, encaminhamos para o Hospital Universitário de Santa Maria. Temos duas ambulâncias e um carro para fazer o encaminhamento desses pacientes”, diz.
Vera Terezinha Pires Nunes, secretária de saúde do município de Porto Mauá – cidade de 2.962 habitantes no noroeste do Rio Grande do Sul, e distante 550 Km de Porto Alegre -, conta que a localidade só possui um posto de saúde central e outro, de porte menor, em uma comunidade afastada. Há só um médico, que, contratado sob um regime de 40 horas, deve se revezar entre o posto e a unidade do interior. “Numa quarta-feira ele vai à comunidade do interior. Tínhamos outro médico, de 20 horas, mas ele desistiu. Eu preferia que viessem médicos aqui do Brasil, pela valorização de nossos profissionais, mas, se não há, seria bom virem de fora também”, opina a secretária.
O debate ainda vem sendo travado nos mais diversos setores da sociedade. Em recente depoimento o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que há, no país, menos médicos que o necessário. “Seja do ponto de vista de médicos trabalhando ou de cursos de medicina, faltam médicos no Brasil”, avaliou. Contudo, para as entidades médicas brasileiras, o projeto tangencia a real raiz do problema, responsabilizando apenas uma das categorias dos trabalhadores da saúde pelos problemas que o setor enfrenta. (N)
*Foto de Capa: Portal Terra

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A saúde pública no Brasil

A saúde pública no Brasil

“Saúde é um direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e acessórias que visem a redução do risco de doenças e de outros agravos e a acesso universal e igualitário às ações e serviços para a sua promoção, prestação e recuperação.” É o que preceitua a Constituição Federal no seu Artigo 196.
É isso que vemos no dia a dia da vida brasileira? Claro que não.
A saúde pública em nosso país vive uma situação que podemos chamar de caótica. A população brasileira sofre com a falta de atendimento médico adequado e com a crescente privatização do sistema de saúde. É de baixíssima qualidade a saúde pública oferecida. Longas filas para atendimento ambulatorial e hospitalar, desvio de materiais, unidades de assistência médica superlotadas, administradores negligentes em parceria com governantes corruptos, esse é o retrato da saúde pública brasileira. Crianças e idosos morrendo em corredores de hospitais públicos, sem atendimento e medicamentos, são motivos de vergonha nacional.
O Sistema Único de Saúde – SUS que tem como conceito básico a universalização do atendimento à saúde surgiu com a Constituição de 1988. A idéia era atingir ampla e irrestritamente a todos os cidadãos, independente de classe social, com financiamento público. Ao sistema privado caberia a ação suplementar.
O real, na verdade, está bem longe do ideal. O SUS atende quase que exclusivamente as pessoas mais pobres, aquelas que não possuem nenhum plano privado, geralmente desempregadas ou vivendo de sub-empregos e aposentadas.
O Brasil gasta 280 dólares anuais por pessoa em saúde, valor que se coloca acima da média registrada na América Latina, mas não chega à metade da média mundial. Mesmo assim, esse dinheiro, em sua grande parte, fica no caminho, perdido nos sucessivos escândalos de corrupção, na falta de mão de obra qualificada e na ausência de fiscalização.
O maior problema está na omissão dos usuários do sistema. Não há reação. A sociedade organizada, politizada e consciente dos seus direitos de cidadania, busca cada vez mais os hospitais privados e planos de saúde, enquanto que a faixa pobre da população se sente incapaz de reivindicar um atendimento com mais dignidade e respeito nos hospitais e postos de saúde públicos deste país.
A eficiência dos serviços de saúde é um dever da gestão pública, a quem deve ser imputada a responsabilidade de proteger e prevenir os problemas que possam atingir a coletividade.

Até quando continuaremos sendo cúmplices desse tratamento desigual na assistência de saúde nosso povo? Assistindo impassíveis a desumana condição a que está relegada boa parte do nossos conterrâneos que necessita do amparo governamental.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A máfia do Brasil: PARTIDOS POLÍTICOS!

A máfia do Brasil: PARTIDOS POLÍTICOS!Muito se discute a respeito da moralidade política em nosso país, porque ele é tão corrupto, porque nada muda, porque o Brasil está sendo o ETERNO país do futuro, coisa até que meus avós diziam.
Nosso sistema político favorece a malandragem, não há mudanças, pois não há interesse de mudanças, pois os elos existentes entre a sociedade e a política dependem de instituições que jamais são responsabilizadas por promover tal ligação, os PARTIDOS POLÍTICOS. São eles que fazem toda logística eleitoral, angariam recursos, determinam por debaixo dos panos quais candidatos irão apoiar e quais estarão ali presentes somente para fazer volume no coeficiente de legenda e favorecer o quociente eleitoral.
Dessa maneira, fica óbvio que se os partidos não sofrem nenhuma responsabilização por eventuais maracutaias que seus candidatos fazem ou fizeram, mesmo que o malandro seja mais sujo que pau de galinheiro, mais fedido que gambá ou mais burro que uma mula, o que realmente importa são os votos que ele conseguirá para seus patrões, que ficam escondidos atrás das cortinas.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

SAÚDE PUBLICA.

  Saúde Pública no Brasil
  Atualmente a saúde pública no Brasil esta entristecendo os brasileiros ,pois o descaso de nossos governantes é visível a todos,a população que necessita desse serviço espera horas e até dias por um atendimento,outros ficam anos na fila em busca de uma consulta somente ,e acabam morrendo sem receber os serviços ,infelizmente é a realidade do Brasil ,e os cidadãos ficam se perguntando :Cadê a verba destinada á area da saúde,e os impostos pagos !? Em época de eleições várias promessas são feitas para a melhoria ,porém quando o político assume nada se ver .
A maioria da população não tem condições financeiras para terem um plano de saúde e depende dos hospitais públicos ,que são sempre lotados e desconfortáveis e muitas vezes não tem nem cadeira para os efermos sentarem .
  A população esta carente de um governo que tenha um olhar de misericordia por esse povo carente ,que o Sistema Único de Saúde venha atuar realmente de forma mais imponente ,portanto que o cidadão possa ver e ter serviço de qualidade de forma concreta . É necessário que a população venha acorda e reivindicar os seus direitos a uma saúde de qualidade ,previstos na Constituião Federal e fazer valer .

domingo, 6 de outubro de 2013

UMA REALIDADE PESSOAL.

     A POUCOS DIA MINHA MÃE PRECISOU IR URGENTE AO HOSPITAL AQUI DA MINHA CIDADE E FOI LIBERADA PORQUE NÃO TINHA SORO FISIOLÓGICO. AGORA MEU IRMÃO CONTRAIU CATAPORA E FICOU COM MUITA FEBRE PRECISOU TIRAR SANGUE MÁS NÃO TINHA BORRACHA PARA AMARAR O BRAÇO A ENFERMEIRA USOU ACREDITE A PRÓPRIA LUVA.
     A QUEM DIGA QUE O BRASIL ESTÁ BEM. ESTÁ BEM DISTANTE DE SER UM PAIS DE PRIMEIRO MUNDO.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

PORQUE OS BRASILEIROS ESTÃO INDIGNADOS?

O BRASIL COMO TODOS OS PAÍSES TEM O SEU DOTE, O DO BRASIL É A CALOROSA RECEPÇÃO AS PESSOAS MAIS ESTÁ IMAGENS ESTÁ MUDANDO, NÃO POR CAUSA DA NOVA GERAÇÃO MAS PORQUE AS AUTORIDADES POLITICAS JÁ NÃO VALORIZA OS CIDADÃOS  CITAREI PARA VOCÊ ALGUMAS INJUSTIÇA COMETIDOS POR ELES: PRECARIDADE NA SAÚDE PUBLICA; DESRESPEITO COM CIDADÃOS  IMPUNIDADES COM PESSOAS QUE DENIGRE A IMAGEM DO PAIS; LIBERDADE PARA OS POLITICO MENSALEIROS......ATÉ QUANDO SERÁ ASSIM?

terça-feira, 1 de outubro de 2013

SE O BRASIL VALORIZASSE NÃO EXISTIRIA INDIFERENÇA.

Sob protesto, Rio aprova novo plano de 



cargos e salários de professores

Projeto foi aprovado em segunda discussão por 36 votos a três.
Clima é de tensão dentro e fora da01/10/2013 18h59 - Atualizado em 01/10/2013 20h25

 

Carreiras e Remunerações (PCCR) dos professores do município do Rio foi aprovado na noite desta terça-feira (1º), na Câmara de Vereadores. A Câmara aprovou em reunião extraordinária às 19h15 desta terça a redação final do projeto de lei, que já havia sido aprovado em primeira e segunda discussões, mais cedo. O PL agora vai para a sanção do prefeito Eduardo Paes. Segundo a assessoria da Prefeitura, assim que o documento chegar às mãos de Paes, será sancionado. A categoria informou que a greve continua.
Desta forma, segundo o vereador Paulo Messina (PV), o projeto pode ser publicado no Diário Oficial da Câmara na quarta-feira (2), e em seguida segue para a sanção do prefeito Eduardo Paes. A bancada aliada explicou que a medida é para evitar um novo caos na realização de nova votação.
Em nota, a prefeitura considera a aprovação uma "vitória para os servidores" e "um passo definitivo para consolidar o ensino público do Rio de Janeiro como o melhor do Brasil". Segundo o texto, o plano "garante, de imediato, um reajuste salarial de 15,3% para todos os profissionais da Educação e corrige injustiças históricas".

 Câmara de Vereadores.
Bombas de efeito moral tomaram a Cinelândia (Foto: Marcelo Piu / Agência O Globo)

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

UM PAIS SEM RICO MAIS POBRE

    UM PAIS COM DESTAQUE MUNDIAL PELA SUAS PAISAGEM PELA SUA RIQUEZA NATURAL E ECONÔMICA MAIS ESTAS RIQUEZAS NÃO SÃO PARA TODOS. POIS FALTA RESPONSABILIDADE POR FALTA DE CERTOS REPRESENTANTE POLÍTICOS. NECESSITA HOSPITAIS PRESÍDIOS, CRECHES E ESCOLAS.
    NO DIA-A-DIA VEMOS PESSOA QUE MOREM POR NÃO TER LEITOS EM HOSPITAIS ENQUANTO ISTO VEMOS MINISTROS JULGADOS POR TER DESVIADOS MILHÕES MAIS QUE NUNCA FORAM PRESOS.
    ESTÁ É A REALIDADES! EXISTEM COISAS BOAS SIM. MÁS FALTA MUITO PARA SE TORNAR UM PAIS EXEMPLO.
 

sábado, 21 de setembro de 2013

IMPUNIDADE, DESRESPEITO, FALTA DE VERGONHA COM OS CIDADÃO ISTO É O BRASIL.

Um adolescente, de 14 anos, teve ferimentos graves na cabeça após andar a cavalo em um haras na cidade de Orlândia, a 350 km da capital paulista, no interior do Estado. No entanto, os laudos da perícia comprovaram que o menino foi vítima de violência sexual. Por conta das lesões, o garoto enfrenta hoje dificuldades para falar e andar.

Em setembro de 2011, a família recebeu a notícia que o adolescente tinha caído durante uma cavalgada. Foram 19 dias em coma e uma notícia chocante que a mãe, Salete Cristiane Barbosa, teve dos médicos.

— As pancadas na cabeça não têm como ter sido um tombo de cavalo, porque não quebrou o pescoço, o menino não tinha um arranhão no corpo, ele não tinha nada quebrado.Ainda de acordo com a mãe, quando o suposto criminoso percebeu que o garoto ira contar sobre o estupro, ele decidiu matar o menino, agredindo-o com pancadas na cabeça.Quando o adolescente voltou a falar, ele confirmou a violência. Ele disse que foi agredido por um funcionário do haras e que já tinha sido abusado outras vezes.

A polícia começou uma investigação e a prisão temporária de 30 dias do suspeito foi decretada pela Justiça, mas o rapaz foi liberado dois dias depois a pedido do próprio delegado.
Assista ao vídeo:

FONTE:R7.COM