terça-feira, 1 de julho de 2014

Super faturamentos e isenção.

Como relatou o kajuru em seu programa o Brasil teve o dobro de gastos do que das copas anteriores em outro países nem por isto esta sendo a mais linda porem o governo brasileiro alem de ter o maior gasto da historia isentou todos os impostos que deveria ser pago pela fifa este é o brasil que abre espaço para uem tem nome e R$.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Brasil

 Ônibus queimados, arrastões, rolezinhos, protestos, vandalismo, gestantes perdendo crianças por falta de atendimento nos hospitais este é o brasil como diz Geraldo Luiz: "um verdadeiro lixo"

sábado, 7 de dezembro de 2013

A dura realidade do aposentado no Brasil

Há duas semanas participei, pela segunda vez em minha vida, de uma reunião de condôminos. Moro em um edifício onde a maioria é idosa e, pela forma como enxergo o mundo, tomo-os como referencia para minha vida. Na reunião havia de tudo: dos mais exaltados aos mais dóceis e ponderados.
É curioso o fato de muitos vizinhos evitarem tais reuniões para não se indisporem com os demais, nos momentos de votações sobre temas pertinentes a todos. Entre debates acalorados e conversas paralelas (o que me irrita muito, pois fui educado para ouvir quando alguém esta se dirigindo a mim), o que me deixou mais entristecido foi constatar como o nosso país maltrata os aposentados.
O tema mais difícil foi tratado como se estivéssemos em uma guerra: aumento do condomínio. Não falávamos nada de absurdo. Queríamos e precisávamos corrigi-lo para não corrermos o risco de perder a capacidade de pagamento das contas das áreas comuns visto que muitas despesas aumentaram de um ano para o outro.
Sugeri índices como IPCA, IGP ou IGPM que corrigiam pela inflação mas quando souberam que em 2012 tivemos quase 7% ficaram indignados comigo. Logo me defendi que estava apenas informando qual percentual foi devorado de nosso poder de compra e pagamento. Para agravar a situação no dissídio dos funcionários prediais os trabalhadores obtiveram um aumento de quase 8%.
Ao final foi aprovado um aumento de 5% e a nova síndica se comprometeu a revisar as despesas no intuito de tentar encontrar uma maneira de economizar mais.
Não culpo as pessoas que estavam ali “revoltadas” com o aumento. Elas não tiveram uma compensação (reajuste) pelo que a inflação fez com o poder de compra real delas. Cheguei a temer pela aposentadoria (e isso que já aposentei em uma profissão) porque vislumbrei neles a realidade dos aposentados e pensionistas brasileiros. Realidade que mais de 80% da população estará exposta. A conta simplesmente não fecha.
Passado uma semana apareceu uma placa na grade do prédio: VENDE-SE 1 AP.
Estou certo que esse é o cruel destino daqueles que não tem seus salários reajustados anualmente pela inflação. Quantas placas mais terei que ver após cada reunião de condôminos?
FONTE:http://blogs.estadao.com.br/william-capita-machado

domingo, 24 de novembro de 2013

E ai como fica.........

 Governo diz que a inflação estás controlada, má na verdade não está bem assim, produtos cada vez mais caros. diz que a saúde está bem mentira também pois centenas de pessoas morrem por dia por falta de atendimento ou por falta de medicamento, enquanto isto são gasto bilhões de reais para construir estádios e o ex jogador Ronaldo diz que não constrói estádios com hospital é uma vergonha para ele que não precisa de hospitais publico. minha indignação é que o brasil não está preparado para a copa. estádios é para poucos, porem hospitais é para sempre.

domingo, 17 de novembro de 2013

Até que enfim Brasil.

Uma realidade que o Brasil não tinha, aconteceu, a prisão dos 10 condenados do mensalão na ultima sexta feira. sabe porque digo ate que enfim? porque o Brasil é conhecido como pais que encoberta políticos corruptos.

sábado, 9 de novembro de 2013

Pesquisa revela a realidade da segurança pública no Brasil

Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta terça-feira (5), em São Paulo, revela que a desconfiança na polícia brasileira aumentou. A pesquisa mostra que 70% dos entrevistados desconfiam das abordagens policiais.
Os números da pesquisa mostram ainda que, pelo menos, cinco brasileiros morrem por dia assassinados por policias. No Brasil, policiais em folga morrem três vezes mais do que quando estão em serviço.
Um vídeo gravado na semana passada em Manaus mostra um policial militar agredindo um adolescente que já estava na viatura. O jovem disse que foi abordado quando saía da escola. Este é o tipo de ação que, segundo o Fórum de Segurança Pública, mostra o despreparo das polícias no país.
Outro exemplo é o que vem acontecendo nas manifestações, onde às vezes, falta polícia e, às vezes, a polícia exagera na força. “O exemplo das manifestações é muito forte. As polícias não sabem ainda, passados quase seis meses das manifestações, como lidar com esses conflitos, com essas demandas e, muitas vezes agora, com entrada em cena da violência dos manifestantes”, afirma Renato Sérgio de Lima, conselheiro do Fórum.

Com a arma na mão, a falta de preparo pode ser fatal. Em 2012, os policiais brasileiros mataram 1.890 pessoas, cinco mortes por dia. Nos Estados Unidos, que tem a população muito maior que a nossa, a polícia matou 410 pessoas. Aqui, 89 policiais morreram em serviço, enquanto lá são 95.
Para o Fórum, os números do país já são preocupantes como estão, mas ainda devem ser piores porque vários estados não têm os números bem organizados.
Os gastos com segurança pública aumentaram bastante no ano passado: 16%. Isso não significa, necessariamente, que tenham sido feitos grandes investimentos, porque muito do que se gasta, 40%, é com policiais que não estão mais nas ruas, os aposentados.
Tudo isso vai minando a relação da sociedade com os agentes de segurança pública. Levantamento da Fundação Getúlio Vargas mostra que, em 2011, 61% dos brasileiros não confiavam na polícia. Em 2012, já eram 70%.
“O padrão de atuação das policias brasileiras está falido. É uma forma antiga, uma forma que vê a sociedade como inimiga, não como parceira. Os exemplos no mundo indicam que uma polícia mais próxima da comunidade, uma policia que pense um policiamento como um serviço prestado à população, onde articule inteligência, use intensivo da informação e, sem dúvida, uma polícia que possa ser vista a favor da sociedade e não a tenha como inimiga”, conclui Renato.
FONTE:http://g1.globo.com/jornal-hoje

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2011/novembro/mobilize-brasil-entrevista?tag=carros-e-transportes#ixzz2jzLzbVsD Condições de uso do conteúdo Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives A falta de transporte público no Brasil e os desafios para superar essa realidade

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Imagem da ciclovia recém-inaugurada no bairro de Moema, em São Paulo/Foto: Mobilize(Divulgação)
Enquanto São Paulo e Cuiabá são as capitais brasileiras que mais enfrentam problemas de mobilidade, em função do uso excessivo de automóveis e bicicletas, Rio de Janeiro e Curitiba são as que apresentam melhores indicadores sustentáveis, com suas ciclovias (Rio) e bom transporte público (Curitiba). Esse dado foi obtido em um estudo inédito realizado pela organização Mobilize Brasil, divulgado em 4 de novembro.
A preocupação com o tráfego das cidades não é um assunto novo, mas vem sendo abordado com cada vez mais frequência enquanto os problemas de locomoção nos grandes centros urbanos só aumentam. A produção de pesquisas como essa se mostra necessária, principalmente em um país que ainda privilegia o transporte particular, em detrimento do público.
Foi pensando nisso que o consultor de sustentabilidade Ricky Ribeiro criou a Mobilize Brasil. Após cursar um mestrado em Sustentabilidade, na Espanha, ele se encantou em "como a qualidade de vida das pessoas poderia ser infinitamente maior" em uma cidade mais compacta e acolhedora. Mesmo depois de diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), no final de 2008, Ricky não deixou de estudar sobre o assunto e resolveu criar um portal que agregasse, produzisse e disseminasse conteúdo de qualidade e relevância sobre mobilidade.
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Luiz Henrique da Cruz Ribeiro, o Ricky, criou a organização em 2011/Foto: Divulgação
Na entrevista abaixo, respondida por Ricky Ribeiro e o jornalista Thiago Guimarães, conversamos um pouco sobre o cenário da mobilidade brasileira e quais os principais desafios a serem enfrentados.
Portal EcoDesenvolvimento.org - Você poderia fazer um panorama geral da mobilidade do Brasil?
Ricky Ribeiro - Salvo raras exceções, as cidades brasileiras investiram durante décadas em obras voltadas para o transporte individual e trataram todas as outras formas de deslocamentos de transporte em segundo lugar. Hoje, todas as grandes cidades do Brasil enfrentam sérios problemas de mobilidade, em maior ou menor grau, que afetam diretamente a qualidade de vida da população. Felizmente o tema está ocupando um espaço cada vez maior na mídia e vemos iniciativas como o PAC Mobilidade aparecerem, embora nenhum grupo político tenha assumido uma transformação que possa representar uma mudança profunda na estrutura de mobilidade de nossas cidades.
Qual a principal diferença entre o trânsito das capitais e as cidades do interior?
Há uma diferença na dimensão do problema, muito mais carros concentrados em um espaço físico proporcionalmente menor, e na natureza do problema, já que o padrão de deslocamentos costuma ser significativamente mais complexo em uma metrópole, em função da diversidade de oportunidades e de estruturas urbanas que existem nela. E isso significa que metrópoles precisam buscar soluções para o trânsito que vão muito além da gestão do tráfego e da abertura de novas vias.
Você acredita que os investimentos para a mobilidade visando a Copa trarão melhorias para desafogar o tráfego das capitais?
É muito difícil dar uma resposta genérica neste caso. Mas eu arriscaria dizer: muito pouco. Primeiro, em muitos casos, não se sabe se os investimentos que começaram tardiamente a serem realizados trarão de fato benefícios até 2014. Segundo, as obras em projeto ou em andamento representam respostas pontuais a problemas estruturais das cidades. O mais importante seria estruturar e consolidar políticas de uso do solo e transportes voltadas ao médio e ao longo prazos.
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Thiago Guimarães, no centro, no primeiro Fórum Mobilize/Foto: Divulgação
Você vê algum modelo em especial de mobilidade para guiar as cidades brasileiras? A inserção de ciclovias ou veículos leves?
Thiago Guimarães - Como o fenômeno da metropolização é muito acentuado no Brasil, as soluções para esses grandes e complexos aglomerados urbanos deve passar, em geral, sempre por uma combinação de meios de transporte. Da perspectiva da mobilidade sustentável, deve-se privilegiar a estruturação de redes e sistemas de transporte coletivo (de média e alta capacidade) e de transporte não motorizado individual. Em ambos os casos, há um grande potencial ainda a ser explorado.
Um dado de julho, divulgado pela Folha de S. Paulo, mostrou que mais de 378 pessoas foram vítimas de acidente de trânsito e mais de 13 mil sofreram lesões só no primeiro semestre de 2011, na cidade de São Paulo. O número foi maior que os dados sobre latrocínio, por exemplo. Este é um grande desafio para a cidade...
Sem dúvida, os dados sobre acidentes de trânsito no Brasil devem ser motivo de muita preocupação. A sociedade não pode mais admitir essa matança associada a uma combinação de vários fatores: crescimento da frota de veículos, deficiências na educação para o trânsito, precária fiscalização, condições de segurança viária, entre outros. O poder público tem que sair urgentemente da inércia nesta área.
Quais outras capitais estão sofrendo com a insegurança no trânsito e quais as proporções?
O Estudo Mobilize 2011 levantou esse indicador para 9 cidades brasileiras: São Paulo, Cuiabá, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Natal, Rio de Janeiro e Curitiba.
Até mesmo Curitiba, que é o modelo brasileiro de mobilidade urbana, recebe críticas pela quantidade de carros por habitantes (a maior entre as capitais brasileiras). Você acha que o uso do carro é um problema cultural brasileiro?
A alta quantidade de carros não é necessariamente um problema. Em uma comparação mundial, o Brasil não desponta no topo dos países com as mais elevadas taxas de motorização. O problema é quando o automóvel é usado irracionalmente e abusivamente, em boa parte em função da falta de alternativas de transporte que sejam acessíveis economicamente, eficientes e confortáveis. Não acredito que o uso do carro seja um problema especificamente brasileiro.
O problema é principalmente de políticas públicas (as condições do transporte coletivo na maioria das cidades dizem por si só), mas há certamente aspectos culturais envolvidos. Comportamentos individuais na escolha do modo de transporte podem mudar com mais informação e com mais inovação - com mais gente comprovando que é possível se deslocar de outras maneiras nas cidades, e com ganhos de qualidade de vida.

FONTE:http://www.ecodesenvolvimento.org